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Category Archive Meio Ambiente

SEMA realiza III SEMINÁRIO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão – Sema, realizará o III Seminário Maranhense Sobre Mudanças Climáticas.

O evento, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão, acontecerá nos próximos dias 02 e 03 de dezembro, no Auditório da OAB e terá como objetivo discutir temas atuais sobre as Mudanças Climáticas no Brasil e, especificamente, no Estado do Maranhão.

O Seminário pretende promover ações e incentivos quanto às políticas e as práticas de mitigação e adaptação das mudanças do clima no Maranhão, sendo um espaço de divulgação de projetos e pesquisas realizadas no âmbito de mudanças climáticas.
Você pode conferir o edital, clicando aqui.
Para o edital prorrogado, clique aqui.

Outras informações podem ser obtidas, ainda, na Superintendência de Economia Verde da SEMA através dos telefones: 3194-8900 e 3194-8956 no horário das 13h às 19h ou pelo e-mail do evento seminario.mdc@sema.ma.gov.br.

Mais informações: http://www.sema.ma.gov.br/iii-seminario-de-mudancas-climaticas-acontecera-nos-proximos-02-e-03-de-dezembro-na-oab/

Descarte incorreto de medicamentos pode contaminar o meio ambiente

Anualmente, quase 30 mil toneladas de medicamentos são jogados fora pelos consumidores por estarem vencidos, não serem mais utilizados, porque o tratamento acabou ou não deu certo. O fato é que grande parte desses remédios acaba sendo descartada da maneira errada. Muitas pessoas simplesmente os jogam na descarga ou na lata do lixo. Isso traz um risco imenso para quem faz a coleta, catadores que vasculham os lixões. Além disso, o meio ambiente também é afetado, uma vez que essas medicações vão se diluir e serem absorvidas pelo solo, contaminando o lençol freático.

Leia a matéria na íntegra em: https://jornal.usp.br/atualidades/descarte-incorreto-de-medicamentos-pode-contaminar-o-meio-ambiente/

Estudo propõe melhorias em licenciamento ambiental

O licenciamento ambiental pode ser aperfeiçoado com uma melhoria na gestão de processos e por meio de decretos, portarias e resoluções, sem ser necessária a aprovação do projeto de lei que tramita no Congresso e foi elaborado pela Frente Parlamentar da Agropecuária. Esta é uma das mensagens centrais de estudo assinado pelo Cebds, entidade que agrupa grandes empresas.

Trata-se da análise “Contribuições para o debate sobre a melhoria da gestão do licenciamento ambiental federal”, conduzida pela Paradigma Soluções em Gestão Ambiental a pedido do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds).

“Licenciamento é tema que polariza muito. Decidimos juntar empresas e produtores rurais para vermos como desburocratizar o processo”, diz Marina Grossi, presidente da Cebds. “Não basta mudar a lei. Pode-se incorrer nos mesmos problemas de hoje. Temos que partir daquilo que já se tem e indicar o que deveria ser melhorado. Não é preciso esperar pelo projeto que tramita no Congresso”, diz Claudio Langone, ex-secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente durante a gestão de Marina Silva, fundador da consultoria Paradigma e diretor técnico do estudo.

Um dos pontos sugeridos no documento seria o governo discutir uma regulamentação específica do artigo da Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho, que garante a povos indígenas e tribais o direito de serem consultados antes da decisão sobre obras que possam afetá-los. A Portaria Interministerial 60, de 2015, disciplina, por exemplo, em que momento a consulta deve ser feita, lembra Langone, e poderia ajudar neste processo. “O Brasil já tem um caminho andado. Precisa aperfeiçoá-lo”, defende.

“Uma das questões que os empreendedores mais pedem é a padronização de procedimentos”, diz Langone. Isso poderia ocorrer nos termos de referência, os documentos que indicam que tipo de informação deve ser colocado nos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) de uma hidrelétrica, por exemplo. A ideia é definir padrões e agilizar o processo.

Segundo o consultor, entre 80% a 90% do que precisa ser estudado, no caso de uma hidrelétrica, é o mesmo para todas as demais. É o caso de projetos de petróleo e gás ou linhas de transmissão. “Com a padronização de procedimentos no que é possível, tira-se a sobrecarga de trabalho de técnicos especializados. Ainda, é possível reduzir a subjetividade das análises, conseguir melhor fluxo nos órgãos ambientais e evitar a judicialização”, diz Marina.

Outra sugestão dos empresários é tornar os EIAs instrumentos mais focados no prognóstico. Desta forma, o licenciamento seria também uma base para programas de gestão ambiental do empreendimento. Organizar a relação entre o Ibama e outros órgãos, como Funai e Fundação Palmares, é outro destaque. “Precisa informatizar essa comunicação, tornar procedimentos automáticos”, diz Langone.

O projeto de lei que tramita no Congresso tem cronograma de dez audiências públicas. A base governista espera aprová-lo antes do recesso parlamentar em julho.

O Cebds reúne cerca de 60 dos maiores grupos empresariais do país, com faturamento equivalente a cerca de 45% do PIB.

Fonte: Valor